...o que é o saber sem a utilidade do sabido,
Conhecer sem porque, é dizer saber, mas não saber.
Sei que sei e sei o que não sei,
Uso o que sei, serei um sábio.
Saibamos que um dia alguns ditos sábios souberam,
Ou quase,
Pois eram sábios pela metade,
Sabiam parte da verdade.
Se digo que sei, provo que não sei, ser humilde,
Se calo-me ao saber e não fazer,
Não sou um sábio.
Se faço o que sei e não falo que sei,
Talvez sábio serei,
Saiba saber, sendo você, sendo os outros,
Ensinando a saber,
Sabendo o dobro, pois ensinar é aprender,
E aprende-se para saber.
E o que é o saber sem a utilidade do sabido…
Ricardo Melo
Domingo, Fevereiro 13, 2011
Conjugando o infinito saber...
Segunda-feira, Janeiro 24, 2011
Cultura
Do grego também veio: "énosis mermão".
Os leigos acham que é uma espécie de adaptação para "é nós".
Falta de cultura, viu?
Domingo, Dezembro 19, 2010
Boas festas e ótimo planejamento pessoal!
Quinta-feira, Dezembro 02, 2010
A nova mecânica do corpo
Quarta-feira, Novembro 24, 2010
Quarta-feira, Novembro 10, 2010
Confusão
Sexta-feira, Outubro 15, 2010
Quinta-feira, Setembro 02, 2010
Sábado, Agosto 21, 2010
CN Tower
Particularmente a visita ao local superou as expectativas. Achei que seria um daqueles programas turísticos um pouco piegas, mas valeu cada segundo.
Só vindo aqui mesmo.
Ricardo Melo
Quarta-feira, Agosto 18, 2010
Quarta-feira, Julho 28, 2010
Quinta-feira, Julho 22, 2010
A vida é um sopro
Do bizarro ao que há de mais belo
Elephant Man conta a história baseada na vida real de Joseph Merrick, cidadão inglês, afetado por uma doença congênita e, por conta disso, possui sérias deformações em todo corpo, dando-lhe uma feição muitas vezes sombria.

Na película é erroneamente chamado de John Merrick, devido ao registro incorreto feito pelo médico cirurgião Frederick Treeves que o tratou e mudou sua vida.
Apresentado em preto e branco, Elephant Man é uma obra de arte inestimável. Um mix de emoções. Em pouco mais de duas horas o longa libera distintas emoções, do medo ao amor, da repulsa à aproximação.
Um filme que nos faz amar os Homens pela sua compaixão e ao mesmo tempo leva-nos a odiá-los. Mostra também o quanto podemos ser surpreendidos por pessoas sobre as quais não temos expectativas. Flagra mais uma vez o poder que o ambiente exerce sobre nossa forma de agir e pensar.

No primeiro instante, uma imagem aterrorizante. Por trás dela, um coração, que me fez chorar, não só uma vez, mas várias, de alegria e de tristeza. Dirigido por David Lynch, com Anthony Hopkins, John Hurt e Anne Bancroft.
Ricardo Melo




